4 Problemas comuns que um entrevistador encontra numa entrevista de emprego

Job Interview with Smiles

Saber selecionar bem um colaborador para a sua empresa nem sempre é fácil. A entrevista representa o primeiro contacto pessoal com os candidatos, daí a importância da preparação de uma boa entrevista de emprego, para que a seleção do melhor seja uma realidade.

Assim como a entrevista de emprego é um desafio para quem é entrevistado, também é um desafio para o entrevistador. Quais as perguntas que devem ser feitas? Que dicas nos dão as respostas dos candidatos na entrevista de emprego? Será que ele(a) está sendo sincero(a) nas suas respostas?

Nem sempre a comunicação entre entrevistado e entrevistador se dá de forma direta e objetiva. Há alguns problemas graves (e comuns) que podem acontecer durante uma entrevista e que prejudicam seriamente a eficácia da mesma:

  1. Perguntas mal elaboradas

 Este é o principal problema que pode ocorrer numa entrevista de emprego.

Uma pergunta mal elaborada, ao invés de obter as informações corretas, acaba por ter o efeito oposto, distorcendo e prejudicando a comunicação.

2. Perguntas muito curtas ou muito longas

Do mesmo modo que uma pergunta muito curta pode produzir uma resposta igualmente pobre (sim e não), a colocação de perguntas muito longas também não é eficaz já que o entrevistado pode não entendê-las ou então entendê-las de forma errada.

A entrevista de emprego deve ser sempre direta e objetiva.

3. Falta de compreensão das respostas do entrevistado

 Quando o entrevistador não faz uma pergunta bem estruturada, muitas vezes pode obter uma resposta igualmente confusa.

Se durante a entrevista de emprego as respostas do entrevistado não forem bem compreendidas, a mesma não está cumprindo o seu papel de expor o perfil desse candidato. Obviamente, o candidato pode sentir-se inseguro ou desconfortável com algum assunto e usar o truque de dar respostas confusas para enganar o entrevistador, mas nem sempre a culpa é dele.

Entender bem uma resposta é importante, pois assim pode-se elaborar melhor a próxima pergunta.

4. Duração da entrevista de emprego

 Esse é outro fator muito importante.

Uma boa entrevista não deve ser nem muito longa e nem muito curta. Do mesmo modo que uma entrevista de emprego curta não explora bem o perfil do candidato, uma entrevista de emprego muito longa é sinal de que ela não é bem conduzida.

O ideal é explorar o perfil do candidato durante a entrevista com perguntas ricas, para poder obter respostas igualmente ricas, tornando o processo mais denso e esclarecedor.

10 principais erros a evitar numa Entrevista de Emprego

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A entrevista de emprego é um momento decisivo para os que procuram conseguir um novo emprego e onde é assumido que pouco pode falhar. Não existe um tipo de entrevista padrão ou conselhos infalíveis para que as entrevistas corram bem. No entanto há comportamentos a evitar e que podem facilitar o sucesso de uma entrevista de emprego:

  1. Atrasoslate-for-meeting

Chegar atrasado a uma entrevista de emprego pode significar o insucesso da mesma. Um atraso demonstra, mesmo antes da entrevista começar, o carácter do candidato – desorganizado ou despreocupado.

Informar-se previamente da localização da empresa, a melhor forma de chegar e ir com tempo de antecedência são possíveis soluções. Caso aconteça um imprevisto e que esteja fora do controlo, é essencial avisar o quanto antes que poderá haver um atraso.

2. Não conhecer a empresa e o sector 515442139_confused_man_answer_101_xlarge

Outro erro que deve ser evitado a todo o custo: mostrar um desconhecimento total da empresa onde vai.

Preparar-se nos dias antecedentes com visitas ao site, redes sociais da empresa, conhecer a sua missão, valores e pesquisar algumas notícias que já possam ter saído sobre a mesma funcionam a favor do candidato. Recolher algumas informações sobre o sector da empresa poderá ser também útil.


3. Falar mal de antigas entidades empregadoras e colegas de trabalho

F0x600alar de uma forma menos positiva de antigos colegas de trabalho e de empresas onde já trabalhou não deverá fazer parte do discurso do candidato. Independentemente das razões dessas más experiências, elas não são uma informação relevante para quem está a recrutar. Além que pode demonstrar que o candidato não tem, por hábito, boas relações com as equipas com quem trabalha.

4. Discurso pouco claro

É aceitável Doubtful Girlque os candidatos estejam nervosos num momento de entrevista. No entanto, insegurança e um discurso pouco claro e assertivo não ajudarão no decorrer do processo. Para evitar “nervosos miudinhos” é possível preparar questões que sejam feitas – mas não devem ser decoradas respostas, mas sim ideias chaves a partilhar e demonstrar a maior naturalidade possível.

Devem ser evitadas respostas confusas a algumas questões mais sensíveis como por exemplo períodos de desemprego. Estas questões podem ser previamente antecipadas para serem respondidas de uma forma rápida e convincente.

5. Comunicação exagerada

It's time for me to stop shouting …Não há nada pior que entrevistar alguém que fala sem parar. O entrevistador não precisa conhecer a história completa da sua vida. Dê respostas curtas, objetivas, sem floreados, máximo de 1 minuto para cada uma, sempre focando as perguntas feitas, enfatizando suas qualidades em relação ao cargo pretendido. Limite-se a responder aquilo que lhe foi perguntado. Caso queira saber mais alguma coisa o(a) recrutador(a) irá perguntar.

6. A imagem

first-impressionÉ habitual ouvirmos dizer “Não há uma segunda oportunidade para uma boa primeira impressão” e num contexto de entrevista de emprego esta ideia é para ser levada muito a sério. Cuidar da imagem (sem exageros) e vestir-se de forma adequada de acordo com a organização demonstra bom senso e é um primeiro passo para sentir-se seguro. Talvez numa entrevista para uma agência de publicidade não seja aconselhável levar um fato, mas o mesmo já não se aplica a uma entidade seguradora ou uma empresa de advogados.

7. Um Ego (demasiado) grande

man-egoDeterminado candidato poderá apresentar um currículo invejável nas melhores empresas. No entanto o ego profissional deverá ficar sempre em segundo plano. Os recrutadores preferem profissionais que valorizem (e relembrem) as conquistas e os projetos bem sucedidos em que o valor da equipa tenha sido o ativo mais importante, mesmo que as capacidades profissionais e pessoais se tenham revelado decisivas.

8. Mentir

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A mentira não é aconselhável em qualquer tipo de contexto, muito menos numa entrevista de emprego. Não exagerar nas qualificações ou nos cargos exercidos é um deles. Facilmente poderá ser descoberta a mentira.

Outro elemento no qual é preferível não mentir é o domínio das línguas. O processo de recrutamento poderá incluir um teste ou uma parte da entrevista poderá ser feita nas línguas requeridas.

9. Linguagem corporalLinguagem-corporal

Evite ter uma postura passiva, com braços cruzados, por exemplo. Sente-se de costas direitas e seja minimamente dinâmico. Olhos nos olhos e um aperto de mão firme são pormenores que pode ter em conta.

10. Seja Discreto Quanto à Sua Vida Privada

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Evite divulgar informações demais sobre sua vida pessoal. Coisas como “Hobbies e interesses pessoais”, no seu currículo, são desnecessárias. Apenas compartilhe informações que sejam relevantes, como pontos de qualificação à vaga pretendida. Sempre mantenha a entrevista num nível profissional.


Conclusão:

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Finalmente, mesmo que você não tenha agradado, não leve isso como coisa pessoal. Não existe ninguém que nunca tenha fracassado uma, duas ou mais vezes. Se isso acontecer, veja pelo lado positivo, aprenda com os erros cometidos e vá em frente, agora com mais experiência.

Recrutamento & Seleção: Processo “Automatizado” ou “Pessoal”?

Um bom processo de Recrutamento & Selecção, é uma necessidade cada dia mais estratégica e complexa para as organizações.

O processo de selecção é essencial para o sucesso de uma empresa, pois é através dele que as empresas podem identificar talentos com potencial para fazer a diferença em um mercado cada vez mais competitivo.

O grande desafio é a condução do processo de selecção para evitar falhas e o fracasso do processo. A falta de critérios e instrumentos adequados é um dos principais motivos deste fracasso, e na maioria das vezes, pode gerar grandes perdas financeiras. Isso sem falar sobre os custos que enganos como estes podem causar com relação à perda de tempo ou de clientes.

As organizações vivem dos seus resultados e esses são gerados através de seus colaboradores, que precisam estar comprometidos com a organização e identificados com sua posição de trabalho. Sendo assim, evidencia-se a importância de um recrutamento e selecção eficaz e eficiente, que possa identificar a pessoa certa para o lugar certo.

Num processo selectivo faz-se uma avaliação global ao candidato, verificando suas experiências, habilidades, competências, e também o seu comportamento frente algumas situações que poderá encontrar no seu novo trabalho. Mas antes de tudo, é preciso avaliar o candidato como pessoa, suas vivências, seus valores, pois todos antes de sermos profissionais, somos pessoas! E isto traz a humanização e credibilidade ao processo selectivo.

O que se tem se vindo a verificar nos últimos anos é a mecanização do processo selectivo, transformando-o num género de interrogatório, o que faz com que os candidatos se sintam intimidados, invalidando assim uma correta avaliação dos mesmos. E quando isso acontece, podem-se perder bons talentos, por falta de preparo do seleccionador.

Um bom processo selectivo traz em suas directrizes o respeito com os candidatos, boas técnicas de selecção, muita atenção e preparação do seleccionador, para poder identificar os candidatos com potencial para cada tipo de vaga e empresa, pois não adianta o candidato apenas apresentar competências técnicas para a vaga, é preciso analisar se ele possui os mesmos valores e comportamentos desejáveis que cumpram os requisitos propostos pela organização empregadora. E para isso, o recrutador precisa estar com o perfil da vaga e da empresa contratante muito bem definido.

Mais do que nunca, contratar e reter talentos é, hoje, um processo que exige muito profissionalismo. Afinal, ele também funciona como um cartão de visitas da empresa diante do candidato. Se ele for entrevistado por um recrutador pouco preparado, que não entenda a filosofia, e a cultura da organização e que esteja mais preocupado em oferecer quantidade do que qualidade, certamente, o candidato vai perceber e pode divulgar esta imagem distorcida, e poderá até mesmo desistir do processo selectivo. Portanto, o seleccionador tem papel fundamental num processo de recrutamento e selecção.

O recrutamento e selecção é extremamente importante e deve trazer excelentes resultados para a empresa contratante e também para o novo colaborador. Porém, por melhor que seja a selecção, o candidato que for contratado precisará de um acompanhamento para se adaptar à nova empresa, cargo e equipe de trabalho, integração, etc., mas esse é um assunto para uma próxima conversa.

Com a consciência de que não dá para acertar sempre, pois o ser humano é muito complexo e encontrar talentos não é fácil, acreditamos que, um trabalho sério, que possua como foco a qualidade na gestão de recursos humanos, possa atingir o objectivo máximo de tornar sua empresa competitiva e lucrativa.

Coordenação de uma equipa de vendas

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Coordenar uma equipa de vendas não é tarefa fácil. Há determinados fatores, como a comunicação, que podem facilitar todo o processo de coordenação. É essencial comunicar e partilhar com toda a equipa de vendas elementos da identidade organizacional da empresa, como o “core business”, a missão e os valores, assim como outros elementos importantes como, os produtos, a concorrência e as necessidades dos clientes da empresa. Com base nestes conhecimentos, o próprio profissional pode fixar as suas metas pessoais e organizar/planear seu tempo, de modo a conseguir eleger prioridades e táticas pessoais. O coordenador da equipa deve fornecer os recursos e o acompanhamento necessário para os vendedores desempenharem em plenitude as suas funções. Os vendedores mais do que conhecer estes elementos, devem vivê-los! Ou seja, é essencial que todos os membros da equipa contribuam com entusiasmo para alcançar os objectivos gerais da empresa.

Coordenar uma equipa de vendas motivada e centrada no cliente, torna todo o processo mais eficaz. Para tal, o coordenador deve saber reconhecer as competências de cada um dos seus vendedores e saber gerar o interesse e motivação da equipa.

Outro fator que não pode faltar para promover as condições necessárias de uma boa coordenação de equipa é manter sempre o fluxo de comunicação entre toda a equipa. Dar e receber feedback constante sobre o andamento das atividades, além de incentivar os vendedores, evita conflitos externos que muitas vezes são gerados por falhas de comunicação.

O trabalho exige paixão… Ser apaixonado pelo que se faz é a base do sucesso!

Estudos de mercado

Para que servem os estudos de mercado?

Para as empresas estarem cientes de quais as necessidades dos clientes e qual a melhor e mais eficiente maneira de as satisfazer.

Os estudos de mercado permitem reduzir o risco nas decisões de gestão e detectar problemas e oportunidades de negócio. Ainda possibilitam controlar e avaliar o grau de percepção do produto no mercado.

Como iniciar o meu estudo de mercado?

Trabalho preparatório:

– Definir objectivos do estudo, recursos disponíveis, prazos e custos;

– Identificar a população;

– Obter as informações necessárias da população: características externas; Comportamentos de consumo; Atitudes dos consumidores; Processo de decisão de compra.

Metodologia de pesquisa:

– Inquéritos aos hábitos e atitudes (Hábitos de consumo de compra; envolvimento do consumidor com o produto);

– Inquéritos repetitivos (Colocados periodicamente junto de determinada população para acompanhar a evolução do comportamento)

– Inquéritos qualitativos (Método de analise mais complexo e profundo que visa compreender as necessidades e motivações dos comportamentos dos consumidores)

Amostra (Dimensão, Método e Recursos)

A decisão da amostra depende do nível de profundidade do estudo que se pretende efectuar. Quanto maior for a dimensão da amostra, maior a exactidão do resultado.

Elaboração e aplicação dos questionários

Na elaboração do questionário deve ter em atenção à sua estrutura e dimensão. Limite ao máximo a extensão do questionário e o tempo de duração do mesmo. Pode optar por métodos de realização de questionários mais baratos e eficazes como: inquéritos por telefone ou via email/Internet. As taxas de resposta são grandes mas não possibilitam qualquer elemento de carácter visual. Também pode decidir por inquéritos face a face (entrevistas pessoais, na rua ou ao domicilio). É uma boa opção para obter maior quantidade e fiabilidade de respostas, no entanto é um método mais caro.

Para a implementação do estudo no terreno, é necessário contar com uma equipa de bons profissionais capazes de realizar os inquéritos com um elevado nível de qualidade e respeito dos custos e prazos acordados.

Resultados

Use um software de folha de cálculo para tratar os dados recolhidos e apurar os valores de cada resposta. Para obter resultados ainda mais detalhados pode sempre recorrer à utilização de um software estatístico específico de estudos de mercado.

Acção!

Uma vez analisados os valores apurados, conseguimos ter uma noção mais clara e objectiva das necessidades do público-alvo e perceber onde estão as oportunidades de negócio. Podemos então, avançar para o mercado! Para este processo, existem empresas fornecedoras de serviços que podem ajudar no processo de implementação do produto no mercado, bem como a avaliação e controlo da sua notoriedade no mercado.

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Variáveis explicativas do comportamento do consumidor

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Vivemos numa sociedade cada vez mais orientada para o consumo. Neste contexto, o comportamento do consumidor é um dos temas mais importantes para as empresas. É através da compreensão das decisões de compra que as empresas concebem novos produtos e estratégias de mercado. A análise detalhada do comportamento do consumidor passou a ser uma necessidade vital para todas as organizações orientadas para o mercado.

Será que os consumidores têm consciência dos fatores que os levam a consumir determinado produto?

Os consumidores estão cada vez mais conscientes e exigentes. Sentem maior necessidade de analisar de uma forma cuidada aquilo que estão a comprar, bem como, o usufruto e durabilidade que o produto lhes vai proporcionar.

A escolha final do consumidor por determinado produto é afetada por vários fatores que vão interferir no comportamento de compra.

As empresas têm de estar atentas ao seu público-alvo e ao cenário altamente turbulento que o envolve. A grande quantidade de informações, o stresse, os fatores individuais como o estilo de vida, a personalidade, as atividades e opiniões de cada um condicionam constantes mudanças no comportamento humano. Perante este cenário e ainda tendo em conta o ciclo de vida cada vez mais curto dos produtos, as empresas têm de estar numa constante busca por um diferencial competitivo. O objetivo é satisfazer as necessidades do cliente proporcionando uma boa relação qualidade/preço.

O comportamento do consumidor pode ser analisado a nível individual – fatores psicológicos, económicos e pessoais que influenciam as decisões de compra – a nível interpessoal – analisando a influência dos círculos familiares, grupos de referência e sociais no consumo – e a nível cultural – compreendendo a forma como a cultura de um país ou região afecta as escolhas dos consumidores.

As variáveis sociais, anteriormente referidas, são determinantes no comportamento do consumidor. O consumo é a forma mais óbvia de demonstrar inserção num determinado meio.

Um fator que também influencia e acelera o processo de decisão de compra é o fator emocional. O objetivo é despertar o lado emocional e cultivar a curiosidade do consumidor face ao produto. Para aguçar essa curiosidade e despertar a atenção do cliente, fatores como a publicidade, o design e a colocação estratégica do produto na loja, são elementos que vão agregar ao produto uma perceção maior do seu valor.

Podemos encontrar serviços dedicados a este planeamento estratégico, mais conhecido como “Shopper Intelligence”. O foco essencial é maximizar a eficiência dos produtos nos canais de distribuição, garantindo a qualidade da apresentação e a vantagem competitiva. Com isso, o produto ganha espaço, alcança a atenção e a lealdade do cliente e leva-o a tomar a decisão final – COMPRAR.

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