O Merchandising na Distribuição Moderna

Novas pressões sobre os CEO’s estão a forçá-los a focarem mais esforços nas capacidades comerciais. A crescente competição está a dificultar a produtividade em loja e os consumidores estão cada vez menos leais, procurando tomar as suas decisões de compra quase instantaneamente ao nível dos produtos de consumo, não sendo leais a uma única marca. Estes fatores aliados ao facto de o espaço em loja estar a diminuir como consequência da expansão crescente das linhas de produtos traz alguns desafios. 

Este panorama complexo conduz a que, em diversas instâncias, a equipa de vendas não tenha a melhor abordagem e, por isso, é importante saber como ganhar controlo da experiência em loja, e é aqui que o merchandising é relevante.

Uma boa estratégia de merchandising envolve conhecer o comportamento do consumidor em loja. Através deste estudo, é possível planear todos os aspetos a desenvolver em loja para obter os melhores resultados. A estratégia implica responder a questões como: “Que SKU’s colocar em loja? Onde colocá-los? Que promoções fazer?”, entre outras. Esta abordagem é importante para a ativação da marca e, desta forma, convencer os consumidores a comprarem.

Uma estratégia de sucesso envolve determinar os pontos críticos em loja, que necessitam de ser controlados e otimizados para ultrapassar a concorrência. No caso de produtos como as pastilhas elásticas, por exemplo, isto pode significar estarem colocadas na caixa de pagamento. Após a identificação dos pontos críticos é importante refletir acerca da atmosfera do ponto de venda. Esta influencia a perceção dos consumidores em loja, influenciando a sua decisão, sendo um dos fatores ao nível do ponto de venda que mais influencia o padrão de consumo. A disposição dos produtos, é outro fator relevante ao nível do ponto de venda. Uma boa estratégia para impulsionar as vendas é recorrer a estratégias de up-selling.

Um dos fatores mais críticos de uma estratégia de merchandising é a equipa de vendas. Para a estratégia ser bem-sucedida, é importante que a equipa de vendas seja devidamente formada nesse sentido e que esteja a par das tendências de merchandising.

A exceder dispõe de equipas de vendas altamente especializadas que atuam ao nível do ponto de venda no que concerne ao merchandising, obtendo sempre excelentes resultados.

Diagnóstico de Vendas

O diagnóstico de vendas é, muitas vezes, visto como apenas compreender os problemas dos potenciais clientes de forma a se conseguir desenvolver uma solução adequada. A realidade é que o diagnóstico de vendas é muito mais do que isso, é uma ferramenta que auxilia na construção de lealdade, ao participar no desenvolvimento de uma solução em conjunto com o potencial cliente.

É importante reter que não se deve vender uma solução sem perceber o que o potencial cliente necessita e, portanto, sem fazer o diagnóstico mais apropriado. A fase de diagnóstico é uma das mais relevantes. Porquê? Porque é nesta etapa que se ganha ou perde um cliente. O potencial cliente tem que sentir que a visão do que ele pretende está de acordo com o que o vendedor lhe pode proporcionar e, é neste sentido, que fazer um diagnóstico detalhado é uma mais valia e, em grande parte das vezes, um deal breaker.

Infelizmente, muitos vendedores não têm um desempenho tão satisfatório nesta fase. Estes estão mais focados em vender uma solução que têm pré-definida em vez de venderem a solução que o cliente precisa. Às vezes é preciso fazer uma adaptação às necessidades dos potenciais clientes, sendo que isto é possível através de um diagnóstico preciso.

O que é que é então necessário para fazer um diagonóstico adequado?

Para fazer o diagnóstico apropriado e com valor para o potencial cliente é necessário fazer algumas questões. Devemos fazer questões abertas, de controlo e confirmatórias, as respostas a estas questões vão ajudar a obter uma maior compreensão acerca do que passa efetivamente com o negócio do cliente assim como detetar oportunidades que podiam ter sido aproveitadas.

As questões abertas permitem que o potencial cliente fale abertamente sobre o problema em questão. Estas questões são, normalmente, confortáveis para o inquirido, não sendo, de todo, intrusivas.

As questões de controlo visam obter informação em falta que lhe ajudará a ir na direção que o potencial comprador pretende. Normalmente envolvem perguntar detalhes quantitativos, por exemplo, se tem um problema de rupturas, pode ser questionado “quão frequentemente?”, à qual o potencial cliente irá responder com uma resposta exata.

As questões confirmatórias têm como objetivo verificar se o vendedor e o potencial cliente estão em sintonia acerca do que é pretendido e sobre a raiz do problema. Neste caso podem haver questões como “então o problema é…”, que permitirão compreender se a ideia da problemática existente por parte do potencial cliente está em sintonia com a sua visão.

A exceder faz diagnósticos detalhados acerca das necessidades dos seus clientes e potenciais clientes, visando sempre obter a melhor solução para o cliente e a satisfação total do mesmo, adaptando as soluções às necessidades sempre que necessário.

Linkedin: Erros fatais vs Must do

O Linkedin é, hoje em dia, muito mais do que uma rede social, é uma complexa rede de contactos profissionais, quer do lado de quem procura emprego, quer do lado dos recrutadores. Mas não se fica por aí.

Mesmo com um trabalho estável, a presença no Linkedin é uma maneira eficaz de nos ligarmos profissionalmente com o mundo, de evidenciarmos as nossas competências num mercado de trabalho altamente competitivo. Seja de que área for, seja qual for o seu cargo, é importante que lá esteja pois é uma ferramenta que permite comunicar com potenciais empregados e empregadores. Todos nós, profissionais ou desempregados à procura de trabalho podemos e devemos ter um perfil, no entanto há erros a evitar. Erros fatais!

Vamos então desvendar alguns desses erros mais críticos, bem como pontos que devemos explorar melhor.

ERROS

Linkedin, não Facebook!

A única coisa em comum…é a cor! Cuidado, não caia no erro de usar o Linkedin como se fosse o Facebook. Cada um com as suas funcionalidades Não domina? Não invente…Tire algum tempo para aprender a usufruir desta ferramenta. Cuidado com o que partilha. Partilhe assuntos sérios, que interessem profissionalmente, não pessoalmente. Evite comentários negativos, opiniões políticas, futebolísticas e críticas impulsivas – tenha em mente que são pessoas que um dia poderão vir a cruzar-se consigo no mercado de trabalho!

“Amigo”? Sim. Todos? Não!

Agora que já tem um perfil e que já sabe como começar a criar e a expandir a sua rede profissional é fácil. Só precisa de não inventar e seguir os conselhos de quem sabe! Não queremos uma rede cheia de pessoas aleatórias. Aqui a ideia não é “tudo o que vem à rede é peixe”. Convidar toda a gente sem critério para se juntar à sua rede não é uma vantagem, pelo contrário. Se tiver muitos convites rejeitados o Linkedin pode limitar o próprio envio de convites, por isso seja criterioso e aposte na qualidade das conexões.

Convite (sem ser personalizado)

Se de facto for uma pessoa com quem trabalhe, ok. Caso contrário será muito mais provável que um desconhecido aceite o seu convite, se a mensagem for personalizada, a explicar o porquê do convite. O ideal será apresentar-se: dizer quem é, como encontrou essa pessoa e o porquê de se querer conectar com ela. Seja educado e simpático, espere uma resposta.

Ai as pressas…

Como quem diz, não se precipite. Claro que é gratificante quando alguém com quem gostaríamos de trabalhar aceita o nosso convite rapidamente, mesmo não nos conhecendo pessoalmente, mas não caia no erro de enviar uma mensagem assim que isso acontecer. Primeiro, essa pessoa pode não ser quem recruta. Segundo não fica bem mandar uma mensagem a correr a pedir trabalho. Espere pelo momento certo!

Cabeçalho confuso (ou sem informação)

Esta é, geralmente, a primeira coisa que as pessoas vêem no seu perfil. Deve dizer o que faz e o que gostava de fazer (caso não coincidam). Funciona quase como um cartão-de-visita, pelo que se deve preocupar em deixar uma boa primeira impressão. Não se esqueça da importância da primeira impressão (já vamos à fotografia de perfil e de capa).

Fotografia desadequada

É um dos pontos essenciais do Linkedin, fundamentalmente por ser a sua “imagem de marca”. Este é um ponto que nos preocupa porque os erros neste campo são muitos. Ora…numa rede profissional a ideia é ter uma fotografia…profissional! Deixe as pessoais para o Facebook ou para o Instagram. A sua fotografia de perfil deve representar o seu empenho e dedicação. Ter fotografia representa mais visualizações no seu perfil, mas atenção aos erros:

  • Fotografia com o cônjuge (aiaiai)
  • Fotografia com amigos
  • Fotografia com copos na mão, cigarros, entre outros
  • Fotografia em festas, discotecas, bares, praia, a passear…bem, já deve ter percebido a ideia.

Ideal: fotografia de rosto, ou até à cintura máximo (corpo inteiro não se vê bem a cara e é na cara que está o ar confiante) com um ar profissional, com roupa adequada. Faça uma pesquisa por empresa e tente perceber o tipo de fotografia a colocar no perfil, antes de fazer asneira!

COMO POTENCIAR O SEU PERFIL

Fotografia de capa

Mais uma vez, não deixe de usar as potencialidades que o Linkedin lhe proporciona e enriqueça o seu perfil. Agora pode escolher uma imagem para a sua capa (tal como no Facebook), mas a sua dimensão tem de ser grande o suficiente para que não fique deformada.

Coloque algo que esteja relacionado com a empresa para a qual trabalha, uma frase de motivação profissional, uma imagem padrão com as cores da empresa, são só algumas ideias (pesquise exemplos!).

Competências

É muito importante adicionar competências, uma vez que quem recruta procura competências específicas. Mas não invente, se não faz ideia do que é marketing, não adicione só porque dá bom aspeto! Comece com cinco. Posteriormente as pessoas também vão começar a recomendar competências adicionais.

Use a pesquisa avançada

A pesquisa avançada funciona, e bem! Use e abuse, aprenda a dominar esta ferramenta que é tão pouco utilizada. Ela vai-lhe dar uma ideia da estrutura das empresas que lhe interessam, pode encontrar contactos importante e criar ligações fundamentais. Não se esqueça de personalizar os convites!

Siga empresas

Está interessado em encontrar trabalho numa determinada empresa? Então siga a sua página, conheça bem o seu perfil, siga as notícias, participe em discussões. Fundamental estar de algum modo conectado com a empresa em questão.

 Insira-se no setor

Seguir as empresas nas quais pretende trabalhar é importante. Inserir-se no setor em que trabalha ou em quer trabalhar, é ainda mais! Demonstra interesse e proatividade. Siga grupos, comente, partilhe. Quanto mais souber sobre o seu setor, melhor!

 

A exceder tem um trabalho de muito intensivo no que diz respeito à aos Recursos Humanos.

Valorizamos perfis adequados, sinceros e simples, sem grandes floreados ou invenções. Queremos saber o que cada pessoa faz e o que gostava de fazer, pois estes dois factos nem sempre coincidem, então nesse caso pode ser que consigamos ter um papel ativo e ajudar nessa busca.

 

 

 

A importância da autenticidade e as suas características

Com a evolução tecnológica a cultura tem sofrido alterações drásticas a nível global. Estamos perante uma sociedade em que os valores se vão adaptando a pessoas tecnologicamente (e egocentricamente) ativas, mais vaidosas, mais preocupadas em mostrar, do que em ser. O status ganhou uma dimensão enorme e a influência no nosso ego por vezes traz o pior de nós ao de cima, principalmente a nível profissional. É mais importante seguir a multidão do que ter valores morais. Os meios justificam os fins (já dizia Maquiavel).

Mas a autenticidade não está perdida. Entenda melhor as pessoas que estão à sua volta e fique a conhecer alguns sinais que indicam que uma pessoa é autêntica pois essas pessoas têm um papel importante no nosso ambiente de trabalho. Saiba se é uma destas pessoas e se está rodeado delas. Se não for o caso, trabalhe para isso!

Pessoas autênticas são…

Introspetivas

Se vivemos para o que os outros pensam de nós, vivemos para nós e para o nosso umbigo. Assim não há como ser autêntico. Temos de pensar em nós, sim, mas como pessoa individual que se conhece melhor do que ninguém. Só chegamos lá através da autorreflexão. Esta introspeção é essencial para podermos pensar sobre o porquê de seguir os outros em vez de viver a própria vida. Seja confiante o suficiente para não precisar da atenção e opinião dos outros, seja autossuficiente e confiante!

Emocionalmente conscientes

O coração está saudável e forte para continuar! Isto porque uma pessoa autêntica tem uma consciência emocional elevada, ao contrário das pessoas superficiais que precisam de aprovação de outros. São pessoas confiantes e que se podem tornar grandes líderes.

Fortes em carácter

Autêntico sem carácter, não existe! Não dizem coisas sem intenção, promessas que sabem não poder cumprir e a integridade é a moral da história! Isto leva a que as pessoas tenham uma grande tendência para confiar nelas, sentem que a sua palavra chega.

Quem melhor ouve!

Tem carácter e sabe ouvir, está claro. Sendo uma pessoa confiante, não se sente atacada quando alguém discorda da sua opinião, ouve primeiro e depois reflete sobre o assunto pois quem ouve, aprende.

Transparentes

Mente aberta, comunicação aberta. Acreditamos que a transparência está na génese de uma pessoa autêntica.

Seja seguro e não convencido. Os seguidores acabam por estar sempre na defensiva, isto porque têm uma sensibilidade elevada no que diz respeito a críticas. É autêntico, então não tem medo dos erros nem foge das suas fraquezas porque sabe que todos as temos, ninguém é perfeito!

Team work style!

Como são pessoas que transpiram confiança e sensibilidade, são orientadas para o trabalho de equipa. Sabem como ninguém respeitar a opinião da equipa sem impor as suas ideias. As pessoas sentem-se respeitadas devido em parte à sua capacidade de adaptação.

Seja autêntico, visionário, não basta projetar nos outros o que achamos que seria bom para nós. Na exceder tentamos ao máximo recrutar pessoas com um perfil idêntico, pois o trabalho flui melhor quando com este ambiente!

8 regras que o vão ajudar a combater a ansiedade durante apresentações!

Numa altura do ano em que se somam reuniões, festas de Natal da empresa, exames e até mesmo entrevistas de trabalho, o que não falta por aí certamente, são pessoas nervosas (muuuuito nervosas) com as apresentações que vão ter de fazer. Há quem tenha mais facilidade que encare o assunto de maneira leve. Mas outros…nem por isso!

Este artigo tem como objectivo ajudar esses mesmos, os mais ansiosos, a ter alguma paz de espírito e a não arrancar alguns cabelos pelo caminho! Há regras que o vão ajudar, vai-se sentir mais confiante e, consequentemente, menos nervoso.

pexels-photo-10467

FALE DEVAGAR

A maioria dos ansiosos tende a carregar no acelerador, talvez por medo de se esquecer das coisas…Faça um esforço, fale compassadamente, desacelere!

breathe-neon

RESPIRE

Um factor importante que está relacionado com o ponto anterior é a respiração. Respire! Aproveite que está a falar mais devagar e vá respirando, com calma.Se não respirar como deve ser pode mesmo falhar algumas palavras.

botao-de-video-pausa_318-33989USE PAUSAS

Já conseguiu conciliar a respiração com o falar lentamente… agora use pausas. As pausas permitem ao público pensar um pouco no que estão a ouvir e ajudam a dar ênfase a um ponto de vista. Além de cativar a atenção das pessoas, vai também dar-lhe mais tempo para se relembrar do que vem a seguir. Estas pausas deverão andar entre os 10 e os 15 segundos.

tom-de-voz-1

PROJECTE A VOZ

Certifique-se de que TODA a sala o consegue ouvir. Projecte a sua voz não para quem está à sua frente, mas para a última fila da sala. É muito desconfortável para quem está a assistir ter que fazer um esforço para o ouvir, rapidamente perde o foco.

eye-contact-true-feelingsAPRESENTE PARA O PÚBLICO

Está a fazer uma apresentação para o público, não é para a tela, não é para o tecto, não é (definitivamente) para as paredes! Primeira ajuda, se conseguir tenha o computador à sua frente, se não conseguir leve cartões pequenos com a apresentação de modo a que nunca tenha de se virar de costas para o público.

Não tenha medo de estabelecer contacto visual, isto vai fazer com que as pessoas estejam mais atentas. É importante para que se concentrem naquilo que está a dizer.

nobody__s_perfect__by_pica_ae

NÃO  PEÇA DESCULPA

Os erros e esquecimentos vão acontecer,o   importante é aprender a lidar com eles com naturalidade. As pessoas não vão perceber que se esqueceu de um pormenor, portanto, não chame atenção para isso. Não volte atrás, não peça desculpa! Respire, faça uma pausa e continue naturalmente!

 

pexels-photo-57825-1

 TREINE

Prepare a sua apresentação com tempo. Quando terminar comece por treinar sozinho ao espelho. Quando já tiver algum à vontade, pratique com família ou colegas de trabalho. Treino nunca é demais. Quanto mais treinar, mais confiante se vai sentir, o discurso vai ser cada vez mais fluído.

Este é o ponto mais importante, isto porque durante este treino vai ter de pôr todos os outros pontos em prática.

Para a exceder este exercício é fundamental uma vez que é aplicado diariamente por todos os nossos vendedores, dos quais temos um enorme orgulho. Nunca se esqueçam de rever os vários pontos, todo o treino é bem-vindo!

 

Criatividade no Processo de Vendas

Uma concepção actual do processo de vendas tem de ter em conta que a criatividade, nos dias que correm, é um factor diferenciador para qualquer empresa, seja qual for o sector. Não nos devemos apenas contentar com lugares-comuns, é preciso arriscar e sair da zona de conforto de modo a conseguir fazer a diferença.

Também para os vendedores a criatividade representa um diferencial competitivo. As vendas estão em todo o lado, nos supermercados, na televisão, na internet, na rua, etc. Não é fácil sobressair nesta área. É por esse motivo, que pensar e fazer as coisas de um modo mais criativo pode ser uma vantagem competitiva para o negócio. O que torna um produto competitivo quando está exposto é, além do packaging, precisamente a maneira como está exposto, onde e o que representa.

No caso do vendedor, ser criativo nas passa essencialmente por saber adaptar-se e ser flexível, ou seja, ter jogo de cintura. No momento de abordar o cliente, este factor é fundamental. Um vendedor que consiga pôr em prática as suas capacidades criativas, consegue perceber mais rapidamente as intenções e necessidades do cliente, adequar a sua mensagem e conquistá-lo transformando problemas em oportunidades.

Por onde começar?

O processo criativo requer algumas características pessoais básicas, tais como:
Curiosidade (abertura a novas situações, vontade de conhecer, estar atento ao que nos rodeia…), adaptação (flexibilidade perante situações que fujam à zona de conforto), pro-actividade e dinamismo (gosto pelo risco, aventura, estar um passo à frente) e originalidade (gostar do que é diferente).

Como pôr em prática?

1.Ponha o cérebro a mexer

wood-cube-abc-cube-letters-48898

O cérebro é um músculo. Se todos os músculos precisam de exercício físico e de estímulo, o cérebro não é excepção. Pessoas criativas são geralmente pessoas com um tipo de raciocínio rápido que estão habituadas a procurar e encontrar soluções para os mais diversos problemas. No momento da venda é preciso que o nosso cérebro esteja alerta. Precisamos então de desenvolver o nosso raciocínio. Como? Comece por pequenas coisas como adicionar aos seus passatempos sudoku, palavras-cruzadas, que além de ajudar a desligar do trabalho, também ajudam a desenvolver o seu raciocínio.

Profissionalmente, e perante um problema, desenvolva processos para encontrar mais do que uma solução para cada problema. Tente também perceber vários tipos de abordagens ao cliente, pois “cada um é como cada qual” e uma abordagem pode ser eficaz com um, e não funcionar com outro, trabalhe e desenvolva essas estratégias. Além de melhorar as suas técnicas de vendas, isto vai fazer com que consiga encontrar soluções para um problema mais eficazmente.

2.Partilhe ideias

rubber-duck-bath-duck-toys-costume-106144

Trabalhamos diariamente com as mesmas pessoas, nos mesmos horários, nos mesmos sítios. É fácil cair na rotina. Por vezes é difícil desligar dessa rotina e ter ideias inovadoras. Em caso de bloqueio o ideal é partilhar as suas ideias com os colegas de trabalho, conversar informalmente sobre esse assunto.

Se exerce um cargo de chefia (coordenador de equipa, por exemplo) integrar a equipa neste processo motiva a equipa e ajuda também a estimular a criatividade, porque o input é muito maior.

3.Aponte tudo

pexels-photo-94327.jpeg

É quando menos esperamos que surgem as melhores ideias…esforçamo-nos tanto e esgotamos tanto o tema a pensar numa ideia criativa, que é quando estamos mais distraídos a pensar noutras coisas que a ideia surge! De modo a que nenhuma ideia seja esquecida, tenha sempre consigo um bloco de notas e uma caneta. Sim, o telemóvel também serve, mas nos processos criativos nada como algo que possamos riscar e melhorar sempre que nos apetecer. Não se esqueça de recorrer a este bloco sempre que precise de algo “fora da caixa” – uma ideia pode sempre surgir a partir de outra completamente diferente.

4.Leia!

pexels-photo (4).jpg

Os livros, sejam eles romances, ficção, livros científicos, ajudam-nos a melhorar várias capacidades. Ajudam na escrita, na oralidade (o nosso discurso torna-se mais fluído), no raciocínio lógico e na criatividade. A literatura também nos permite alargar horizontes, porque nos dá conhecer o mundo, conhecemos pessoas de todos os tipos, opiniões sobre todos os assuntos, entre tantas outras coisas. Mas não foque toda a sua atenção nos livros. Os jornais, livros técnicos e artigos de opinião são importantíssimos para melhorar a nossa cultura geral e permitem-nos estar por dentro dos assuntos relacionados com o nosso trabalho. Quanto mais soubermos sobre aquilo que nos rodeia, maior será o nosso contributo para a empresa.

Aproveite o Dia Mundial da Criatividade e pense nisto, pense como pode ser mais criativo e o que está a precisar de um pouco de criatividade na sua vida e no seu trabalho!

Não tenha medo de inovar, arrisque!

6 DICAS sobre como se preparar para uma entrevista de trabalho

A escola e a faculdade transmitem-nos muitos conteúdos, uns mais teóricos, outros mais práticos. Mas há coisas que de facto só se aprendem a fazer, fazendo (cliché muito assertivo neste caso específico) e as entrevistas de trabalho inserem-se neste grupo. Apesar de isto não ser tido em conta no ensino, a preparação para uma entrevista é fundamental para o sucesso da mesma.

Sim, devemos ser naturais e fiéis à nossa maneira de ser e de estar. Mas, apesar dos nervos, também é fundamental fazer transparecer uma imagem de confiança, de segurança e quanto mais bem preparados formos para a entrevista, mais facilmente passamos essa imagem e isso pode fazer a diferença…

De modo a tentar ajudar neste aspecto, a exceder partilha neste post 6 pontos que consideramos essenciais na preparação para qualquer entrevista de trabalho quer seja em vendas ou noutra área!

 

Pesquise 

pexels-photo-3Assim que souber que vai ter uma entrevista na empresa X, pesquise, investigue, informe-se sobre a empresa em questão – o que a empresa faz, em que sector, a sua história… Não vá a uma entrevista sem saber o mínimo sobre a empresa – empresa esta que está a demonstrar interesse nas suas aptidões, esse interesse deve ser recíproco, senão não teria enviado o seu CV.

Isto vai ajudar a evitar situações embaraçosas, nomeadamente se alguém o questionar sobre a actuação da empresa no mercado. Mas atenção, essa informação é para guardar de modo a poder responder quando lhe fizerem perguntas, mostrando proatividade. Não é para “despejar”, ninguém gosta de sabichões!

 

Remuneração

pexels-photo-26400

A par da investigação que fez sobre a empresa, tente perceber se o intervalo salarial para a função/sector é competitivo. Se não encontrar dados relevantes sobre as remunerações em determinada função e/ou sector, tenha pelo menos em mente um valor para o caso de ser confrontado com esta questão (por exemplo: penso que um valor justo andaria entre 700€/800€). Se não o fizer e a questão surgir, corre o risco de propor uma quantia totalmente desajustada (seja superior ou inferior àquilo que a empresa está disposta a pagar).

 

Mais-valia

gold-bear-gummi-bears-bear-yellow-55825

Pense antecipadamente no valor que vai acrescentar à empresa, o que é que a empresa ganha se o contratar? Qual é a sua mais-valia? Porquê? Vai fazer a diferença? Como? Este pode ser o factor de diferenciação para com os outros candidatos.

Pense nas características que um vendedor, por exemplo, deverá apresentar… Espírito de equipa, confiança, boa articulação do discurso e faça por realçar essas mesmas características.

Como ninguém é perfeito, e “quando a esmola é muita o santo desconfia”, pense também nas suas fraquezas. Conhecer os nossos pontos fracos e limitações demonstra uma preocupação em fazer uma auto-análise sincera.

 

Demonstre

pexels-photo-131616

Ainda relativamente ao ponto anterior, pense em alguns exemplos que concretizem ou ilustrem as suas competências na prática. Através da sua experiência profissional pode demonstrar que de facto acrescenta valor à empresa. Nestes exemplos seja assertivo e tente que a conversa surja naturalmente, para que não parece que se está a gabar dos seus feitos.

Se não tiver os exemplos pensados, vai demorar a lembrar-se e passa a imagem de que tem dificuldade a lembrar-se porque era bom no seu trabalho…

 

Pratique

pexels-photo-57825

Pratique, pratique até à exaustão! Imagine todas as perguntas que lhe poderão ser feitas, sobre si, sobre a empresa, sobre a sua experiência profissional, sobre o seu percurso académico, etc e escreva essas perguntas num papel. Escreva as respostas e treine! O ideal é praticar com outras pessoas e não sozinho. Peça a uma pessoa para fazer as perguntas do papel e outras que se lembre. Depois de ter os pontos anteriores na ponta da língua, pratique e vai sentir-se cada vez mais confiante. Os nervos não vão desaparecer, mas vai certamente sentir-se mais seguro de si e das suas competências o que o vai ajudar a descontrair.

 

Ritual

pexels-photo-64775

Entre o contacto telefónico e o dia da entrevista por vezes o tempo é curto. Mas não fique preocupado, vai ser suficiente! Aprenda a relaxar e a interiorizar tudo o que aprendeu e praticou. Se for marcada para o dia seguinte e trabalho de casa feito, deite-se cedo, leia um pouco para relaxar. Se tiver dificuldade em adormecer leia mais um pouco e faça exercícios de relaxamento (http://lifestyle.sapo.pt/saude/bem-estar/artigos/exercicios-de-relaxamento).

No dia da entrevista acorde cedo para não andar a correr. Tome um bom pequeno-almoço, saia de casa com antecedência, de maneira a que mesmo que esteja trânsito, não haja atrasos.

Lembre-se que só temos UMA oportunidade de provocar uma boa primeira impressão, e que esta é fundamental para o decorrer da entrevista. Portanto, vista-se adequadamente e mostre-se confiante.

Recrutamento & Seleção: Processo “Automatizado” ou “Pessoal”?

Um bom processo de Recrutamento & Selecção, é uma necessidade cada dia mais estratégica e complexa para as organizações.

O processo de selecção é essencial para o sucesso de uma empresa, pois é através dele que as empresas podem identificar talentos com potencial para fazer a diferença em um mercado cada vez mais competitivo.

O grande desafio é a condução do processo de selecção para evitar falhas e o fracasso do processo. A falta de critérios e instrumentos adequados é um dos principais motivos deste fracasso, e na maioria das vezes, pode gerar grandes perdas financeiras. Isso sem falar sobre os custos que enganos como estes podem causar com relação à perda de tempo ou de clientes.

As organizações vivem dos seus resultados e esses são gerados através de seus colaboradores, que precisam estar comprometidos com a organização e identificados com sua posição de trabalho. Sendo assim, evidencia-se a importância de um recrutamento e selecção eficaz e eficiente, que possa identificar a pessoa certa para o lugar certo.

Num processo selectivo faz-se uma avaliação global ao candidato, verificando suas experiências, habilidades, competências, e também o seu comportamento frente algumas situações que poderá encontrar no seu novo trabalho. Mas antes de tudo, é preciso avaliar o candidato como pessoa, suas vivências, seus valores, pois todos antes de sermos profissionais, somos pessoas! E isto traz a humanização e credibilidade ao processo selectivo.

O que se tem se vindo a verificar nos últimos anos é a mecanização do processo selectivo, transformando-o num género de interrogatório, o que faz com que os candidatos se sintam intimidados, invalidando assim uma correta avaliação dos mesmos. E quando isso acontece, podem-se perder bons talentos, por falta de preparo do seleccionador.

Um bom processo selectivo traz em suas directrizes o respeito com os candidatos, boas técnicas de selecção, muita atenção e preparação do seleccionador, para poder identificar os candidatos com potencial para cada tipo de vaga e empresa, pois não adianta o candidato apenas apresentar competências técnicas para a vaga, é preciso analisar se ele possui os mesmos valores e comportamentos desejáveis que cumpram os requisitos propostos pela organização empregadora. E para isso, o recrutador precisa estar com o perfil da vaga e da empresa contratante muito bem definido.

Mais do que nunca, contratar e reter talentos é, hoje, um processo que exige muito profissionalismo. Afinal, ele também funciona como um cartão de visitas da empresa diante do candidato. Se ele for entrevistado por um recrutador pouco preparado, que não entenda a filosofia, e a cultura da organização e que esteja mais preocupado em oferecer quantidade do que qualidade, certamente, o candidato vai perceber e pode divulgar esta imagem distorcida, e poderá até mesmo desistir do processo selectivo. Portanto, o seleccionador tem papel fundamental num processo de recrutamento e selecção.

O recrutamento e selecção é extremamente importante e deve trazer excelentes resultados para a empresa contratante e também para o novo colaborador. Porém, por melhor que seja a selecção, o candidato que for contratado precisará de um acompanhamento para se adaptar à nova empresa, cargo e equipe de trabalho, integração, etc., mas esse é um assunto para uma próxima conversa.

Com a consciência de que não dá para acertar sempre, pois o ser humano é muito complexo e encontrar talentos não é fácil, acreditamos que, um trabalho sério, que possua como foco a qualidade na gestão de recursos humanos, possa atingir o objectivo máximo de tornar sua empresa competitiva e lucrativa.

Como aumentar as suas vendas mantendo a mesma equipa!

12131414

Ao longo dos anos as empresas tendem vindo a reduzir custos, exigindo aos seus trabalhadores resultados superiores, mantendo a mesma equipa. No entanto e para que este mesmo sistema funcione é necessário existir uma estratégia eficaz, assim como uma empresa de outsourcing capaz de gerir recursos.

Para aumentar o desempenho das suas vendas deixamos algumas sugestões.

1. Torne o seu modelo de vendas mais eficaz com a exceder!

Por vezes, o modelo de vendas das empresas baseia-se muito na componente técnica, o que pode gerar desinteresse no consumidor. Mude a sua tática e opte por uma abordagem que se foque no valor comercial do produto em vez dos aspetos técnicos e lembre-se que a venda não incide sobre o produto em si, mas sim

sobre o impacto/solução que fornece ao cliente.

Na exceder construímos equipas de vendas preparadas para lidar com o cliente de forma eficaz, permitindo que as empresas com que trabalhamos entendam os verdadeiros motores de decisão de compra do cliente.

2. Encontre a combinação certa!

Um dos grandes obstáculos que as empresas enfrentam, passa por encontrar a combinação certa de pessoas. Lembre-se que pode ser necessário restruturar a equipa de vendas, para que esta seja mais eficaz. De seguida deixamos algumas características que definem um bom vendedor.

Otimismo, empatia e foco. A empatia é importante, permitindo que as pessoas identifiquem clientes e entendam o seu ponto de vista. O otimismo é importante devido à taxa de rejeição que o vendedor pode obter. Sendo otimista irá procurar outras soluções e alternativas quando confrontado com uma resposta negativa. Por fim o foco é essencial para que a equipa seja conduzida a atingir os seus objetivos.

3. Um supervisor que tenha a capacidade de gerir a equipa!

Não basta colocar as pessoas no terreno, é preciso saber gerir a equipa e acompanhar a sua evolução e resultados.

O supervisor de vendas irá tornar a sua equipa comercial mais eficaz isto reduzindo a responsabilidades do vendedor e ao mesmo aumentar a sua produtividade e foque.

Uma vez atribuídas as tarefas e rotas de cada vendedor é necessário acompanhar cada vendedor, para garantir que o plano de vendas está em linha como os resultados.

Contacte-nos e saiba como potenciar a sua equipa de vendas!

www.exceder.pt

Independentemente do produto/serviço tem de existir uma grande equipa de vendas

123

Existem bastantes livros de vendas. O grande problema é que a maioria desses livros tendem a ensinar um processo ou uma estrutura que muitas vezes limita a capacidade de pensamento dos vendedores no momento de negociação.

É importante sim, existir uma linha de orientação pela qual o vendedor se possa guiar, assim como formação adequada em sala e no terreno, mas ainda mais importante e complicado é o processo de recrutar e selecionar vendedores aptos e capazes de responder a diferentes cenários.

Estudos mostram que grande parte das vendas, acontece devido à relação que o vendedor cria com o comprador e não necessariamente por ter um melhor produto ou proposta. Com isto não queremos dizer que é possível vender qualquer tipo de produto/serviço, é importante que este seja competitivo e vá de encontro à necessidade do consumidor, mas a realidade é que sem um boa equipa de vendedores, não existem vendas.

Contacte-nos e encontre os melhores talentos de vendas para a sua empresa!

http://www.entrepreneur.com/article/235928